RCT-SC implanta conexões de alta velocidade em Florianópolis

Aproveitando o momento de avanços tecnológicos no Estado com a criação  da  RCT-SC, em é implantado o primeiro segmento de alta velocidade na  rede acadêmica em Florianópolis. Esta iniciativa ficou conhecida como (Rede Metropolitana de Ciência e Tecnologia).

Esta rede interconectava o Campus Reitor João David Ferreira Lima da UFSC, UDESC, campus CCA/, EPAGRI, CIDASC, Secretaria de Agricultura e  através de fibra ótica single-mode entre UFSC e , e multi-mode entre UFSC e outras instituições.

Tratava-se de uma rede que faz uso das tecnologias ATM (Asynchronous Transfer Mode) e Ethernet, que atuava com protocolos IP sobre LANE e IP sobre e possuía as capacidades de 155 Mbps através de e 10 Mbps através de Ethernet contando com os equipamentos IBM 8260 e IBM 8271, respectivamente.

Desde sua criação, em 1996, até o ano de , a RMCT não sofreu expansão física significativa, permanecendo praticamente inalterada neste perído. No entanto, neste intervalo de tempo, houve aumento da capacidade da conexão entre os pontos de presença do PoP-SC (RNP) e o PoP-UDESC () que passou a operar com 622 Mbps em ATM e o aumento da capacidade de conexão das outras instituições que passou de 10 Mbps em Ethernet para 155 Mbps em ATM, em função de equipamentos que operaram da RMAV-FLN. A sua abrangência ainda era bastante restrita, conectando somente prédios da UFSC no bairro Trindade e instituições no bairro Itacorubi, fazendo com que demais unidades na região metropolitana da cidade (Florianópolis, São José e Palhoça) tivessem que se conectar à RCT-SC em baixa velocidade de 128 Kbps a 2 Mbps.